Duplex Privado

Duplex Privado

2025 | Nancy, França

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Ao visitarem este duplex dos anos 60, os proprietários reconheceram imediatamente o seu potencial. Cativados pela sua dupla orientação e pelas janelas altas que deixam entrar luz natural em abundância, transformaram este espaço numa casa moderna e acolhedora.

Foram criadas novas aberturas no rés-do-chão, transformando a cozinha num ponto central que liga todas as outras áreas da casa. A escadaria existente foi substituída por uma estrutura metálica feita à medida, lacada em azul-celeste, o que acrescentou mais 4 m² à mezanine. A casa de banho do primeiro andar foi completamente redesenhada para melhorar a funcionalidade, e todos os pavimentos foram substituídos para conferir calor e modernidade, criando um ambiente acolhedor e contemporâneo.
 

Este projeto foi realizado em co-contratação com Maxime Teruel e em parceria com a Prolum France, a Bauwerk e a Arte.

Entrevista com a arquiteta Alix Reymond

Pode descrever a abordagem geral deste projecto de renovação?

Acima de tudo, o projecto tinha de melhorar o dia-a-dia dos futuros utilizadores. Isto é especialmente verdade no caso de uma casa, uma vez que as necessidades da família que nela vive estão em constante evolução. Tivemos de repensar completamente os espaços deste duplex, cujo pé-direito duplo estava subutilizado e que apresentava dois pisos mal interligados. Cada espaço funcionava de forma independente, o que não se coaduna com um modo de vida contemporâneo. As famílias podem agora reunir-se em espaços partilhados, e as funções das divisões tornaram-se híbridas. O espaço centra-se agora no prazer de estar em conjunto, sem deixar de oferecer oportunidades de privacidade. Foi isto que orientou a nossa abordagem global.

Quais são os primeiros passos e os aspectos específicos a ter em conta neste tipo de renovação?

Começámos por identificar as expectativas do cliente e as possibilidades do edifício existente! Estes dois parâmetros são indissociáveis, e todos os aspetos tiveram de ter em conta ambos os fatores.

Como é que determinou a paleta de cores para este projecto?

Foram necessárias várias etapas para definir a paleta de cores. Tivemos de consultar os clientes e apresentar-lhes várias composições de cores antes de eles poderem tomar uma decisão. O azul acabou por prevalecer porque permite o maior número de variações de tom; pode ser quente, frio, brilhante ou suave. É raro errar com o azul!

De que forma as cores escolhidas influenciam a atmosfera do espaço?

Utilizamos sempre a cor com um objectivo específico. Nunca é por acaso. A estrutura metálica foi o elemento central desta renovação, desde a escadaria deslocada na sala de estar até à nova passarela em balanço que amplia a mezanine. Queríamos destacar ambas, e a cor é uma excelente ferramenta para o efeito. O azul é utilizado noutros locais como um fio condutor que se desenrola e guia o olhar, realçando o movimento fluido que pretendíamos ao abrir certas divisórias.

Como e por que razão escolheu estes pavimentos da Tarkett (design e cores)?

Tivemos em conta os dois parâmetros indissociáveis que mencionámos acima: as necessidades técnicas inerentes ao pavimento existente e as preferências do nosso cliente. Por fim, optaram pelos modelos Elegance Rigid 55 e iD Click Ultimate 55, da Tarkett, devido ao seu efeito suave e acolhedor, que se adequavam na perfeição ao projeto.

fotógrafo: Jonathan Laruelle

 

Fazer escolhas conscientes. Pelas pessoas e pelo planeta.
Tarkett Human-Conscious Design®

 

 

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Saiba mais sobre a recente renovação de um duplex da década de 1960 em França, projetado com pavimentos Tarkett para um visual moderno e acolhedor.

Designer/Arquiteto

Maxime Teruel / Alix Reymond

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